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ATIVIDADES DE IMPACTO: IDOSOS DEVEM OU NÃO FAZER?

por Gigi em 18 de abril de 2019

É muito comum escutarmos que atividades com impacto, como por exemplo uma simples caminhada devem ser evitadas principalmente nas pessoas mais velhas. Até que ponto esse impacto realmente é prejudicial?Será que, envelhecer significa ficar fraco? 

Se partimos do pressuposto básico de que movimento é vida, não devemos nunca deixar de fazer nossas atividades diárias e também exercícios físicos. Um exemplo de como a falta de impacto pode ser ruim são os astronautas, quando eles viajam ao espaço devido à ausência da gravidade e de impacto eles perdem muita massa muscular e até mesmo massa óssea.

Quando alguém fratura um osso e é tratado com gesso, essa imobilização gera um deletério grande de diminuição de massa muscular e força. Assim vamos entendendo o quanto nosso corpo necessita da carga, de impacto.

Porém, a palavra que deve ser mais lembrada é a “dose”, não precisamos trabalhar impacto de alta intensidade, mas também não é necessário zerar e evitar totalmente qualquer tipo de impacto.



 

Isso deve ser acompanhado e indicado por profissionais capacitados, principalmente se você já tem algum condição prévia de dor nos membros inferiores ou até mesmo na coluna.

Evite os extremos, geralmente opiniões e indicações que proíbem ou liberam tudo estão erradas, temos que pensar individualmente e conforme a demanda de cada ser humano, trabalhando naquilo que cada um precisa.

Caso você tenha deixado de fazer algo que você gosta muito por medo do impacto articular que isso pode causar e possivelmente dor, procure por uma boa avaliação de mobilidade, flexibilidade e força para que essas variáveis sejam equilibradas e você volte a fazer as atividades que você tanto gosta.

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Foto por: Matthias Zomer e rawpixel.com

 



Sobre o Autor

Ramon de Oliveira Scatolin

Fisioterapeuta (CREFITO: 214759-F)

Graduado em Fisioterapia pela Universidade de Araraquara - UNIARA. Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade de São Paulo - USP através do Programa de pós graduação em Reabilitação e Desempenho Funcional (PPGRDF) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - FMRP. Diretor clínico do Instituto Trata - Joelho e Quadril na cidade de Ribeirão Preto - SP e Professor da pós-graduação  em Fisioterapia Ortopédica e Esportiva da Faculdade Inspirar do Instituto IPOG.

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