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Educação e Envelhecimento Saudável: como será o seu envelhecimento?

por Gigi em 13 de fevereiro de 2019

Se você continuar vivendo da forma como vive hoje, como será o seu envelhecimento?


A população brasileira tem aumentado sua longevidade nas últimas décadas. De acordo com a última pesquisa Tábuas de mortalidade divulgadas no dia 01 de dezembro de 2018, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a esperança de vida ao nascer passou de 74,6 anos, em 2012, para 76 anos em 2017. Tal crescimento é devido a duas causas principais: ao aumento da qualidade de vida (aumento da renda média, melhoria nas condições de educação, evolução da qualidade sanitária, inovações na medicina geriátrica, etc.) e, também, devido à diminuição da mortalidade infantil.


As doenças mais comuns na velhice são: hipertensão, AVC, diabetes, câncer, artrite, osteoporose, doenças mentais e catarata (Lebrão e Duarte, 2007; Alves, et al, 2007). Mas o envelhecimento não possui apenas aspectos negativos. Em geral, acredito em uma educação para um envelhecimento saudável, em que precisamos:


– Tomar consciência da nova realidade de que nosso país está caminhando para ser considerado um país de velhos;


– Ter conhecimento sobre as possíveis perdas biológicas que o envelhecimento pode trazer;


– Refletir sobre a vida hoje, pois envelhecemos conforme vivemos e se preciso for, mudar padrões de vida.


Se você continuar vivendo da forma como vive hoje, como será o seu envelhecimento?



– Buscar sempre objetivos em sua caminhada, jamais deixando a vida apenas nos levar. Que tenhamos o controle do que queremos viver;


– Continuar sempre criando, produzindo, vivendo de forma ativa naquilo que gostamos;


– Continuar exercitando a memória e o pensamento.


Além disto, a arte vem como uma aliada no processo de envelhecimento saudável, pois cria condições de oportunizar espaços de sensibilização e expressão para as pessoas por meio de linguagens artísticas (procure algo que você gosta: cantar, dançar, fazer teatro, pintar, artesanato…). A arte aparece como minimizadora dos efeitos negativos do envelhecimento, a arte vem como instrumento para se vivenciar a velhice de maneira mais leve e positiva.


Seja feliz!






Referências

Alves LC et. al. A influência das doenças crônicas na capacidade funcional dos idosos do Município de São Paulo, Brasil. Cad. Saúde Pública 2007 ago; 23(8): 1924-30.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Tábuas Completas de Mortalidade. Disponível em:< https://www.ibge.gov.br/estatisticas-novoportal/sociais/populacao/9126-tabuas-completas-de mortalidade.html?=&t=resultados>. Acesso em: 20Dezembro2018

Lebrão ML, Duarte YAO. Saúde e independência: aspirações centrais para os idosos. Como estão sendo satisfeitas? In: Neri AL, organizadora. Idosos no Brasil: vivências, desafios e expectativas na terceira idade. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, Edições SESC; 2007. p. 191-207.

Imagem por: truthseeker08 

stevepb



Sobre o Autor

Wanda Patrocinio

Gerontóloga

Idealizadora e Diretora da GeroVida – Arte, Educação e Vida Plena. Pedagoga, Mestre em Gerontologia, Doutora em Educação - UNICAMP. Professora, Pesquisadora e Terapeuta em Homeostase Quântica Informacional, Instituto Quantum.  Até junho de 2019 desempenhava o papel de professora do Programa de Mestrado de Gerontologia da Universidade Ibirapuera, UNIB, SP. Curso de Extensão em Psicogerontologia, PUC-SP. Curso de Estimulação Cognitiva com ênfase em memória para idosos, Pinus Longaeva, SP.

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