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POR QUE REALIZAR CURSOS EM GERONTOLOGIA?

por Gigi em 28 de novembro de 2019


Para quem tem interesse em atuar com idosos e/ou com questões relacionadas com o processo de envelhecimento, temos algumas modalidades de curso: a graduação em Gerontologia (bacharelado ou tecnólogo), a especialização em Gerontologia, os cursos livres nessa area e o mestrado e doutorado em Gerontologia. Para este texto, vou focar nos três primeiros – graduação e especialização.



Graduação em Gerontologia



De modo geral, a graduação em Gerontologia (bacharelado) tem como objetivo desenvolver a formação integral para impactar positivamente na qualidade de vida do idoso, da sua família e comunidade. Esse profissional generalista, integrado à equipe multiprofissional, será capaz de atuar de forma autônoma, responsabilizando-se pela gestão da atenção ao idoso e do processo de envelhecimento em diferentes contextos.



Cabe ao gerontólogo realizar os serviços de atenção ao idoso em seus diferentes níveis de complexidade; a avaliação gerontológica e elaborar planos de atenção integral à pessoa idosa; planejar, organizar, coordenar, executar e avaliar programas, serviços, políticas e modalidades assistenciais ao idoso, entre outras competências.



Leia também: A AVALIAÇÃO FUNCIONAL DO IDOSO NA ILPI – UMA VISÃO INTERDISCIPLINAR



Tecnólogo em Gerontologia



Já ao tecnólogo em Gerontologia cabe desenvolver ações mais específicas (e não tão generalistas como o bacharel) na área de envelhecimento humano; participar como técnico de nível superior em grupos de saúde, sanitarismo, nutrição, fisioterapia, etc.; integrar equipes profissionais no âmbito da indústria farmacêutica, cosmética, entre outras funções.



Como saber qual escolher?



O bacharelado dura, em média, 4 anos (8 semestres), já o curso de tecnólogo dura 2 anos. O bacharelado é uma formação mais generalista, enquanto o tecnólogo tem disciplinas mais práticas e técnicas sobre a atenção aos idosos.



Além destas diferenças, um aspecto estes cursos tem em comum, quem deve cursá-los?



O interessado em Gerontologia não deve fazê-lo apenas por ver uma oportunidade crescente no mercado de trabalho, devido ao envelhecimento de nossa população. Se faz necessário, realmente, gostar de atuar com idosos, querer entender os problemas e solucioná-los de verdade. É querer que os idosos sejam bem cuidados e estejam bem em questões de saúde, de convivência, nos aspectos mentais e físicos.



Especialização em Gerontologia



O segundo nível a ser tratado seria a especialização em Gerontologia. No Brasil, existem inúmeros cursos deste tipo, mas de modo resumido tais cursos possibilitam a formação, atualização e orientação de profissionais que atendem a população idosa ou que venham a trabalhar com este segmento, buscando capacitar tais profissionais para a prestação de serviços voltados às necessidades dos idosos, a partir do desenvolvimento de programas diversificados, abrangendo conhecimentos sociológicos, econômicos, políticos, psicológicos, culturais e biológicos do ser humano, de modo a concretizar a adequada e desejada velhice com qualidade de vida.



Quem deve fazer especialização em Gerontologia?



Qualquer profissional que já tenha uma graduação, não importa qual, desde que queira voltar seus estudos e atuação para a temática do envelhecimento. Pessoas que queiram pegar sua formação de base e atuar especificamente com o público idoso e/ou em áreas que visam contribuir com o processo de envelhecimento.



Veja Também: Gerovida – oferece assessoria, consultoria, projetos, palestras, cursos, vivências e aulas nas áreas de educação, artes corporais, gerontologia, qualidade de vida e homeostase quântica informacional.



Cursos Livres



Os cursos livres são direcionados para profissionais que atuam com idosos e queiram se aperfeiçoar (Instituição de Longa Permanência para idosos, hospitais, Centros-Dia, etc.) ou até para familiares que queiram compreender um pouco mais sobre esta fase da vida. Há uma variedade de cursos disponíveis nesta modalidade, tanto presenciais quanto a distância, o importante é verificar a idoneidade da escola / empresa que oferece os cursos e escolher aqueles que possam, efetivamente, contribuir com a melhora e/ou aprimoramento do trabalho das pessoas que atuam com idosos.



Atualmente, com a carga de trabalho dentro do
ambiente profissional, os cursos a distância se tornam uma estratégia muito
interessante, pois permitem que os alunos frequentem em seu tempo livre, sem a
necessidade de deslocamento até uma escola. O aluno consegue organizar um plano
de estudos para atender de forma equilibrada suas responsabilidades pessoais,
profissionais e de ampliação de conhecimento.






Referências: – Experiência da própria autora na coordenação de curso de Especialização em Gerontologia, como docente em cursos de especialização em Gerontologia em Campinas e em São Paulo e como coordenadora e docente em cursos livres na área de Gerontologia e cuidado de idosos. – Pesquisa na internet nos sites e projetos pedagógicos dos cursos de Graduação em Gerontologia existentes no Brasil (Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Universidade de São Paulo (USP), Centro Universitário Claretiano (CEUCLAR), Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI).



Imagem por: Pixabay




Sobre o Autor

Wanda Patrocinio

Gerontóloga

Idealizadora e Diretora da GeroVida – Arte, Educação e Vida Plena. Pedagoga, Mestre em Gerontologia, Doutora em Educação - UNICAMP. Professora, Pesquisadora e Terapeuta em Homeostase Quântica Informacional, Instituto Quantum.  Até junho de 2019 desempenhava o papel de professora do Programa de Mestrado de Gerontologia da Universidade Ibirapuera, UNIB, SP. Curso de Extensão em Psicogerontologia, PUC-SP. Curso de Estimulação Cognitiva com ênfase em memória para idosos, Pinus Longaeva, SP.

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